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Informações

A divulgação das artes de pesca que não são prejudiciais à Ria Formosa, é um dos trabalhos da VIVMAR, estando presente com um pavilhão na Feira de Stª Iria (anualmente em Outubro) em Faro, na B. T. L. em Lisboa, e mais recentemente, na Expomar em Olhão, de 18 a 21 de Março de 2004.

As artes de pesca que durante décadas se praticaram, e algumas ainda se praticam, na Ria Formosa são as seguintes:

  • Tapa esteiro captura de todas as espécies de peixe e também de camarão;
  • Candeio captura de chocos, robalos, linguados, santolas, etc.;
  • Rede de tresmalho - captura de chocos, robalos, linguados, santolas, etc.;
  • Redinha captura de todo o peixe e marisco;
  • Covo captura de chocos quando procuram desovar;
  • Murejona captura de enguias, robalos, douradas, camarão, etc.;
  • Rede de emalhar captura de sarguetes, robalos, douradas, etc.;
  • Alcatruz captura de polvos;
  • Arrojadeira - captura de todas as espécies;
  • Chalrão - captura de todas as espécies;
  • Aparelho (anzol) captura de linguados, robalos, etc.;
  • Arrasto de popa captura de quase todas as espécies de peixe, camarão e santola;
  • Toneira captura de chocos;
  • Xalavar arte para lavar e conservar o peixe e marisco capturados.

  De todas estas artes, algumas são nocivas ao ecosistema da Ria, outras não.

A VIVMAR não tem conclusões de estudos das entidades oficiais que permitam avaliar os referidos estudos que deram origem à proibição de determinadas artes. No entanto, a nossa Associação tem sensibilizado os sócios no sentido de não utilizarem as artes que consideramos nocivas.

 

VIVMAR - Associação de Viveiristas e Mariscadores da Ria Formosa